Se o senhor empresário tem um bom produto na sua empresa, pode pretender criar novas áreas com base na mesma marca. Vou pegar num exemplo. A marca Dove começou por ser um sabonete e actualmente engloba loções corporais, cremes de duche, desodorizantes, champôs e amaciadores. Evoluiu de marca estritamente associada a um produto específico para uma marca com forte atracção genérica. Descreve-se a Dove como uma "marca com um significado que vai para além de uma funcionalidade específica e que permite produtos Dove adicionais. Por outras palavras, a Dove tornou-se uma "master-brand", uma marca tão forte e tão bem compreendida que pode sustentar extensões de produtos. A força actual da marca Dove é um factor importante para o sucesso das extensões. Os gestores de marca consideram que se trata de "uma evolução natural, por isso os consumidores não ficam realmente surpreendidos pela concretização das extensões desta marca".
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Como criar oportunidades para a extensão de um produto a novas áreas
Se o senhor empresário tem um bom produto na sua empresa, pode pretender criar novas áreas com base na mesma marca. Vou pegar num exemplo. A marca Dove começou por ser um sabonete e actualmente engloba loções corporais, cremes de duche, desodorizantes, champôs e amaciadores. Evoluiu de marca estritamente associada a um produto específico para uma marca com forte atracção genérica. Descreve-se a Dove como uma "marca com um significado que vai para além de uma funcionalidade específica e que permite produtos Dove adicionais. Por outras palavras, a Dove tornou-se uma "master-brand", uma marca tão forte e tão bem compreendida que pode sustentar extensões de produtos. A força actual da marca Dove é um factor importante para o sucesso das extensões. Os gestores de marca consideram que se trata de "uma evolução natural, por isso os consumidores não ficam realmente surpreendidos pela concretização das extensões desta marca".
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Estratégia - Adaptação à mudança dos tempos - Caso
terça-feira, 26 de abril de 2011
Importância do desempenho na estratégia - Caso
Uma estratégia pode estar muito bem definida, mas o que importa a partir daí é como vai ser executada. O desempenho dos executivos de marketing e seus fornecedores de serviços (nomeadamente a agência de publicidade) é essencial para se atingirem os objectivos.Definições de estratégia
Há marcas que são alvo de confiança
Senhor empresário, como sabe por experiância própria, há marcas em que as pessoas confiam. Porquê? Existem muitas razões para que os consumidores confiem também na sua marca:segunda-feira, 25 de abril de 2011
O caminho para a fidelidade do cliente
Existe de facto a fidelidade dos clientes?
Algumas pessoas estão a começar a questionar se toda a concepção de fidelidade dos clientes é apenas um conceito de marketing. Certamente, a ideia parce muitas vezes bizarra aos próprios consumidores - como afirmou um entrevistado num inquuérito, "não se trata de ser fiel ao produto, mas de ser fiel a mim mesmo". Por outras palavras, a primeitra prioridade dos consumidores é a de se satisfazerem a si mesmos e a ideia de serem fieis a uma marca é bastante irrelevante para eles. Quando alguém perguntou ao fundador da Amazon (Jeff Bezos) se os seus clientes eram fiéis, ele respondeu: "Com certeza, a 100%, até encontrarem alguém que lhes ofereça um serviço melhor". Em próximo artigo falarei sobre "O caminho para a fidelidade".
domingo, 24 de abril de 2011
Leia o que o seu cliente lê e veja o que ele vê
sábado, 23 de abril de 2011
O ponto de partida para a boa publicidade
Senhor empresário, o ponto de partida de toda a boa publicidade consiste em conhecer o cliente. É a base das vendas de sucesso e o passo mais fundamental do marketing e da publicidade. Antes de lançar uma marca, de alargar o seu campo de acção, de fazer um anúncio, de criar um site na web, de abrir uma loja nova ou de tomar alguma decisão-chave de marketing ou de publicidade, tem de ter uma ideia clara em relação a quem realmente compra aquilo que está a vender.Atenção - Não pode gerir o que não quantifica
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Tem problemas no seu processo de aprovação?
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Conhece a regra dos 80/20?
Senhor empresário, é muito provável que grande parte do seu volume de negócios provenha de um público-alvo leal e de dimensão relativamente reduzida, comparando com o volume total de negócios. Se estudar as vendas, constatará que quase 80% (ou pelo menos dois terços) provêm de 20% dos clientes. É uma máxima do marketing que tem perdurado ao longo dos anos.terça-feira, 19 de abril de 2011
Consumidores bem informados tomam decisões de compra
Publicidade - Veja como um texto longo consegue vender
Coloque um benefício no título da sua marca
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Saiba para onde quer levar a sua marca
Marketing - Prometa menos e cumpra mais
sábado, 16 de abril de 2011
Reflexões sobre as potencialidades de negócios
De vez em quando, descobre-se que determinada empresa bem sucedida fabrica e vende componentes para importantes entidades estrangeiras e vai daí promove-se Portugal como país fabricante, país de origem, sempre a tentar sair da tal imagem anterior, não sei porquê detestada (serviu na sua altura). Julgo que este tipo de acções não vai a lado nenhum, pois não promove o país como origem daquilo que é a "essência", mas sim como origem do que é secundário.
A transformação de Portugal como país de origem de qualquer coisa "essencial" e não secundária, ou seja, o que qualquer um poderia fazer (e faz), é um processo completamente diferente e que passa não apenas pela comunicação (ou marketing), mas pela actividade económica ela própria. Bem podem as autoridades de promoção das exportações trabalhar para melhorar a imagem, mas esta parte sempre da base real, ou seja, é preciso ser para parecer, pois neste caso não basta parecer para ser.
Como não tenho a experiência suficiente (nem o conhecimento actualizado e completo) sobre a actividade económica em Portugal, de norte a sul, vou limitar-me aqui a apresentar algumas ideias de sectores ou negócios que poderiam ser pensados. Em primeiro lugar, há muita gente que pensa que Portugal deveria concentrar-se no turismo e serviços. Mas estas são apostas já feitas (e a desenvolver, claro está) e não podem excluir outras, porque é pouco para um país, principalmente para um país europeu da União e do euro.
Em seguida, tem-se falado muito de Portugal como plataforma para África e Brasil, ou seja, valorizando a afinidade linguística. Esta aposta também está já iniciada (há algum tempo, ou alguns anos) e, portanto, será seguramente aproveitada pelas empresas, que gostam muito de Angola e Brasil.
Depois, existe a aposta marítima, que o meu antigo colega Dr. Ernani Lopes estudou e analisou (não conheço os estudos), mas sei que os estudos apontavam na direcção de Portugal aproveitar as diversas potencialidades da nossa exposição geográfica ao Atlântico (e no sul ao Mediterrâneo) para criar valor económico. Neste aspecto seriam muitas as actividades a envolver e, por consequência, muitos negócios potenciais. Mas quem os fará? Só os privados, devidamente incentivados e depois de conhecerem os estudos suficientes para a tomada de decisão. Tenho esperança que entidade ou empresa (não o Estado) pegue nos estudos e faça qualquer coisa, lembrando que o Senhor Presidente da República já salientou essas potencialidades. Aqui há uma palavra importante a dizer. Esta criação de valor económico para Portugal teria uma enorme influência na imagem do país no exterior, pois tocaria no aspecto da "essência" e não em factores secundários.
Ainda vou referir outra área, muito esquecida em Portugal, mas a que muitos estrangeiros dão valor, que é a agricultura. Trata-se da riqueza do país em solos e em clima, portanto toca também na "essência". Mas o tipo de negócios rentáveis que poderiam surgir neste sector seriam os relacionados com a actual procura mundial, especialmente analisando os segmentos de consumo. Daqui poderiam surgir (e têm surgido) actividades na horticultura (e floricultura, porque não), mas destinadas à procura mundial nos segmentos de produtos "premium" e "gourmet". Vou também falar na actividade vinícola, esta já muito bem trabalhada, mas que necessita de aprofundar mais o aspecto da exportação, a fim de aproveitar melhor os segmentos de mercado globais. Na área dos vinhos é fundamental o aspecto da imagem de Portugal (não só a actividade beneficia a imagem do país, como esta tem efeitos nos negócios). No que se refere aos produtos agrícolas alimentares (incluindo gastronomia) e aos vinhos, existem sinergias com a actividade turística que sempre foram aproveitados, mas que deveriam ser ainda mais, sobretudo com a inclusão de marketing adequado.
Finalmente, a actividade económica externa de Portugal não é apenas baseada nas exportações, mas também na internacionalização. Todos sabemos que esta actividade está na ordem do dia, principalmente entre as grandes empresas de "utilities", mas todas as empresas industriais que tenham um bom posicionamento no mercado interno podem pensar na internacionalização, estudando previamente o segmento do mercado global em que podem existir negócios potenciais.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Venda o benefício, a vantagem e as características, por esta ordem
Marcas brancas - Para que servem?
As marcas brancas estão na ordem do dia. Há muito que os consumidores, desejosos de terem produtos que satisfaçam as suas necessidades, cada vez mais diversificadas, procuram as marcas brancas por serem muito mais baratas. Por outro lado, as cadeias de retalho apresentam marcas bem desenhadas, cuja qualidade intrínseca nem todos duvidam, até porque compram primeiro para experimentar e só depois passam a consumidores regulares. Claro que as marcas de fabricante continuam o seu curso, dado que têm uma imagem de qualidade muito trabalhada, mas sofrem e bem desta concorrência. Porque compra o consumidor o seu produto?
Distinga a sua marca das da concorrência
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Seja um especialista do seu produto ou serviço
Senhor empresário, saiba do que falam os seus fornecedores
quarta-feira, 13 de abril de 2011
O que significa qualidade?
terça-feira, 12 de abril de 2011
Criar uma boa publicidade é um trabalho de equipa
Senhor empresário, conheça bem a equipa que trata da sua publicidade. Convide os membros da equipa, de vez em quando, para almoçar. Eles aguentam mal o álcool, mas mesmo assim leve-os. Faça o que estiver ao seu alcance para motivá-los. Steve Lance, publicitário e autor do livro "The Little Blue Book of Advertising", gosta de utilizar uma analogia, da autoria de Adam Smith: a melhor publicidade é como caçar. Necessita de um caçador, de um cão e de uma arma. Os "marketeers são os caçadores. Eles decidem qual o tipo de jogada e em que terreno actuarão. Os investigadores são o cão. Assim que lhes disser qual o rasto que devem seguir, eles farão um trabalho fantástico para encontrar e encurralar o seu alvo. Finalmente, os criativos são a arma. Se os "masrketeers" e os investigadores desempenharem bem as suas funções, os criativos atingirão sempre o alvo, ou então não são bons criativos. Sim, isto parece banal, mas é verdadeiro. Senhor empresário, diga ao seu "marketeer" que não cace sem o cão, não dê a arma ao cão e não tente redesenhar a arma enquanto dispara.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Todos conhecem a história da concorrência?
Até que ponto conhece a história dos concorrentes? Quantas vezes pensa qual será o próximo passo deles? Normalmente, gasta-se muito pouco tempo a estudar os concorrentes, cujos clientes compram marcas com posicionamentos semelhantes aos das nossas marcas.
Se um concorrente lançou um anúncio que poderá afastar clientes da sua empresa, como responde? No mínimo, disponibilizou tempo para analisar a publicidade do concorrente? Pensa realmente que aquilo que ele faz não não tem efeito na sua marca? Acha mesmo que aquilo que ele faz não é digno de análise e de inserção no seu pensamento estratégico e táctico? Trate de analisar a concorrência da sua marca.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
A importância crescente das marcas
Mas tudo mudou: há um consenso crescente sobre a ideia de que o desenvolvimento da marca é uma prioridade dos negócios contemporâneos. Como escreveu Lord Browne, da BP: "Algumas pessoas consideram que o marketing é uma palavra associada à manipulação e ao fingimento, uma noção que é parte da cultura de desconfiança e cinismo. Pelo contrário, o marketing diz respeito à expressão de um propósito real, e faz isso de uma maneira que uma grande quantidade de pessoas pouco familiarizadas com os detalhes podem entender facilmente". De facto, empresas de todas as dimensões, espalhas por todo o tipo de mercados, trazem a estratégia de marca para o centro da estratégia de negócios.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
As marcas não são um fim em si mesmas
Uma marca pode criar um forte sentido de missão, atraindo não apenas os consumidores, mas também os funcionários (motivando-os) e os accionistas. Quando todos estes participantes estão alinhados, é aí que a criação de valor realmente começa. Este é que é o verdadeiro negócio das marcas.