quinta-feira, 23 de março de 2017

Tem o hábito de comprar "gostos" do facebook?

Muita coisa tem mudado no Marketing Internacional, desde que as redes sociais (sobretudo com o facebook) inundaram o modo de abordar o cliente. Aliás, este deixou de ser tratado como cliente passivo, mas bem activo. Acontece que nasceu a ideia de que comprar "gostos" no facebook melhora a situação dos produtos. Isto mesmo tenho eu andado a ver se de facto assim acontece. Nesse sentido, vou propor, em primeiro lugar, uma visita ao link seguinte: Compra "gostos" do facebook?
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Se visitou o link e leu todo o artigo, pode verificar que a ideia de comprar "gostos" foi experimentada, até pelos melhores, e acaba por verificar que pode ser um pau de dois bicos. Não é possível juntar qualidade com quantidade, quando se trata de produtos que pretendam vingar pela credibilidade na marca, que se traduz na imagem de marca. O produto confunde-se com a sua imagem de qualidade  e credibilidade. Para ver o que existe no que refere a possibilidades neste domínio, visite o link "Comprar Likes do Facebook". Como irá verificar, compram-se likes a partir de 4,99 euros, mas só lendo e comparando é que poderá tomar a decisão certa.



quinta-feira, 9 de março de 2017

Imagem do País tem influência nas Exportações

Portugal descobriu e vai
continuar a descobrir
Nos anos setenta do século XX, as exportações de vinhos portugueses estavam no início de algum sucesso a nível internacional, mas era devido apenas, por um lado ao Vinho do Porto para o Reino Unido e outros países europeus, por outro lado ao vinho rosé (Mateus Rosé) para os EUA. Havia então a ideia que era importante para o consumo dos produtos portugueses que a imagem de Portugal fosse positiva. Nessa altura nunca se fez (que eu saiba) um verdadeiro estudo para detectar a imagem do nosso país no exterior, mas havia a ideia que ela não era muito favorável. Até se chegou à conclusão que a imagem era a de um pequeno país com bom clima (sol e praia), com bons vinhos e alguns produtos alimentares tradicionais (conservas), muita cortiça (o que sempre foi muito bom) e pouco mais. Claro que toda a gente que se preocupava com as exportações, considerava que isto era manifestamente insuficiente, como é natural. Nas décadas seguintes tudo mudou e, a partir de certa altura, nos anos noventa, verificou-se que o país vizinho, Espanha, lançou uma enorme campanha internacional para promover a imagem do país e principalmente no turismo, através da passagem de mensagens relacionadas com férias, sol, praia, locais aprazíveis, etc. A campanha parecia adequada e, de facto, o turismo espanhol ganhou com a publicidade. Por sua vez, Portugal também promoveu as suas exportações e sobretudo também o turismo (há que separar) com diversas campanhas, embora com hesitações em identificar os pontos de atracção que, aliás, têm sido diversos (Algarve, sol, golfe, monumentos, eventos importantes, personalidades portuguesas conhecidas internacionalmente, etc.). Devido a algumas viagens que fiz, verifiquei que, nos anos oitenta, ainda muitos estrangeiros não conseguiam distinguir no mapa geográfico onde estava Portugal, confundido frequentemente com Espanha. Isto acontecia nos EUA e, naturalmente, menos ou quase nada na Europa. É claro que ao longo de várias décadas o nosso país desenvolveu novas indústrias (muito por via do investimento estrangeiro) e a imagem de Portugal no exterior foi mudando, como aliás a de todos os países que foram integrando a União Europeia.

Pelo menos era o que eu pensava, até que em 2008, em contacto com uma fábrica portuguesa de cerâmicas decorativas com clientes nos EUA, verifiquei que os importadores norte-americanos daquele sector encontraram, desde sempre, dificuldade em apresentar o nosso país aos seus consumidores, face à necessidade de promover os produtos portugueses e de falar de Portugal. Afinal não era assim tão fácil. Eles pretendiam ter um símbolo que pudesse identificar o nosso país e não tinham. Note-se que em relação a qualquer país isto não é fácil. Assim, lembraram-se do famoso Galo de Barcelos e, por sua iniciativa, usaram-no. Bem? Mal? Isso nunca consegui saber! Na altura (talvez nos anos noventa) essa tática resultou para aumentar as vendas das cerâmicas decorativas portuguesas nos EUA. Acresce, também verifiquei isto, que os importadores necessitavam de se referir ao local de produção das cerâmicas e pretendiam sugerir que se tratava de uma pequena localidade rural que fazia os produtos com arte e empenho e, também por sua iniciativa, designaram o povo da pequena localidade como "cabbage people", numa alusão à forma das cerâmicas decorativas (forma de couve em muitas delas). A iniciativa desses importadores parece não ter tido quaisquer consequências, positivas ou negativas, em termos de imagem, dada a reduzida dimensão da campanha a que me estou a referir. No entanto, devo confessar que senti algum desconforto com a expressão "cabbage people", quando afinal as peças eram lindíssimas!

A propósito, sinto alguma dificuldade em colocar hipóteses sobre a possível imagem que no exterior se tem de Portugal. Já dos portugueses, começa a ser vulgar ver pequenas entrevistas na TV em que alguns estrangeiros que viajam para Portugal (em turismo ou para actuar em espectáculos) acham os portugueses simpáticos e, sobretudo, hospitaleiros. Ou seja, quanto aos portugueses parece não haver grande problema, porque, aparentemente, têm uma ideia da população. Quanto ao país, concretamente ao nome Portugal, é que tenho dúvidas de apresentar uma boa imagem em termos de facilitar as exportações de certo tipo de bens de consumo, que normalmente necessitam de um "background" sobre a sua origem. Dada a falta de competitividade (a actual crise que mostra Portugal com prováveis dificuldades de financiamento), resta-nos a esperança que a melhor qualidade que presentemente os produtos portugueses manifestam seja reconhecida no estrangeiro e assim contribua para aumentar as exportações. Note-se que certos produtos, com a sua qualidade e bom marketing conseguiram prestígio (e vendas) sem precisaram da imagem do seu país de origem.  Mas para acertar neste tema teria de se fazer um estudo de imagem e, principalmente, sobre os seus reflexos nas exportações de bens de consumo, tendo em conta as alterações que se estão a verificar na Europa, nos EUA e também na Ásia.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Conhece os clientes da sua PME?

Escrever sobre marketing para PME exportadoras é um dos meus objectivos. Numa época de grandes transformações é sempre bom tentar recordar o essencial. O nosso quotidiano é composto por alegria, tristeza, ciúme, medo… Estes e outros sentimentos vividos no dia-a-dia e as emoções são a base das grandes criações do espírito humano. Aliás, o neurocientista português António Damásio escreveu sobre este tema com profundidade. Sobre um dos seus livros, o New York Times escreveu: “Damásio está na vanguarda daquilo a que os neurocientistas chamam a revolução do afecto”.

Há muitos anos (antes da era Google) que os consumidores, para certas categorias de produtos, fazem pesquisa atenta e consultam vários fabricantes, ficando a conhecer as características dos produtos tão bem ou melhor do que um vulgar vendedor. Não se torna necessário indicar as categorias de produtos onde isto acontece, porque cada um de nós, como compradores, sabe quais são (e são cada vez mais as categorias onde se faz pesquisa). Também há já muitos anos que a necessidade de demonstração ou afirmação de estatuto (muito ligada até certo ponto ao novo-riquismo) continua a existir em certas sociedades, mas tornou-se menos importante do que o desejo de usufruir de bem-estar e felicidade. Até já foi inventada uma medida para isto (ROH - return on hapiness). Contudo, acontece que a importância da qualidade dos produtos e da relação preço/qualidade mantém-se com o mesmo ou maior significado que tinha no passado. Do mesmo modo, mantém-se o significado do efeito da imagem de marca e constata-se a comercialialização de cada vez mais marcas, com as muito grandes sempre a querer e conseguir dominar. De facto, a partir de um nome com muita notoriedade criam-se (e lançam-se no mercado) novos produtos, acessórios, etc., como é sabido. No entanto, é difícil prever como este processo irá evoluir.

Ora este texto introdutório destina-se a salientar a importância de entender os consumidores, quer no que respeita ao que se chama a “revolução do afecto”, quer no que se refere ao desejo de usufruir de bem-estar. Porém, a seguir a entender os consumidores há que chegar a eles das várias formas possíveis. É aqui que desejo chamar a atenção para o evento anual da HubSpot denominado Inboud 2017 em Boston, de 25 a 28 de Setembro, com milhares de profissionais, talvez a maior concentração de “marketers” alguma vez vista, que há quatro anos (2013) marcou o início de uma nova era para o marketing. A consultora “Nível Horizontal”, que esteve presente nesse ano através do seu consultor principal, Fernando Coimbra Lopes, salientou no seu Blog a frase do orador, Seth Godin, que fez a abertura do evento: “You don’t have a job, you have a platform to make art”. Ora acontece que nos dias de hoje, a sua PME tem possibilidade de conhecer os clientes, através do Inbound Marketing e do Marketing Digital, pelo que deve ter o Website da sua empresa bem organizado, para que ele seja a forma de entrar em contacto com os seus potenciais compradores.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O que as PMEs devem saber nos dias de hoje

Nos dias de hoje, o conhecimento das bases da economia mundial é essencial para quem está numa PME, porque é sabido que poucas empresas conseguem trabalhar somente para o mercado doméstico, internacionalizar é preciso. Nesse sentido, abordar o tema EUA-CHINA vem a propósito, no momento em que o mundo se movimenta rapidamente.

A primeira previsão que se destaca é que, em 2050, 66% da população mundial viverá em cidades. Refira-se que em 2016 cerca de 54% da população mundial já vive em áreas urbanas. A importância desta previsão é que se torna necessário que a gestão das áreas urbanas assuma um lugar essencial no mundo de hoje, o que vai tornar-se um desafio no século XXI. O sucesso ou fracasso da gestão urbana será um factor importante da agenda dos governos e também das instituições internacionais. As mega-cidades com mais de 10 milhões de habitantes estão a crescer em número. Em 1990 dez mega-cidades tinham 10 milhões de habitantes ou mais, para 2030 prevê-se que sejam 41 as mega-cidades com mais de 10 milhões de habitantes. Tóquio continua a ser a cidade mais populosa, com 38 milhões de habitantes, seguindo-se Deli, 25 milhões, Xangai, 23 milhões, Cidade do México, Mumbai e São Paulo, 21 milhões em cada, Pequim, 21 milhões, e Osaka, 20 milhões. As áreas de Nova Iorque e Cairo completam o Top Ten, com 18,5 milhões de habitantes em cada uma delas. Prevê-se que em 2030 Tóquio continue a ser a cidade mais populosa, mas terá um pouco menos habitantes, cerca de 37 milhões, seguindo-se Deli, com 36 milhões. Osaka e Nova Iorque eram em 1990 a 2ª e 3ª cidades mais populosas, mas em 2030 terão lugares mais modestos, 13º e 14º respectivamente. As cidades que irão crescer mais serão as dos países em desenvolvimento.

Quanto ao mundo económico, ele está nos dias de hoje divido da seguinte forma, em termos essenciais: EUA e Europa Ocidental procuram capital, têm dinâmicas de mão de obra debilitadas (sobretudo pelo envelhecimento da população), e têm o controlo do monopólio tecnológico a enfraquecer. Os países Restantes, como começam a ser designados, liderados pela China, mas havendo vários a emergir, têm dinheiro nos bancos, um panorama de mão de obra a fortalecer-se, e a determinação para a liderança tecnológica. Como poderá ser o mundo económico daqui a 30 anos? Existem quatro cenários para o eixo China-EUA (fonte: “A Decadência do Ocidente”, Bertrand).


Cenário 1 – Status Quo


Se nada acontecer e as mudanças estruturais mantiverem o caminho actual, os EUA e as economias europeias mais avançadas no desenrolar do século XXI ficarão gradualmente na 2ª linha, embora seja difícil de aceitar. Mas até o Goldman Sachs faz uma previsão no mesmo sentido. Apenas os EUA ficarão entre as maiores economias. Os outros lugares principais serão ocupados pela China, Índia, Brasil e Rússia. Porquê? Porque estes países valorizaram o investimento produtivo e menos o consumo. Os países ocidentais investiram muito no “policiamento” global (ex: fiscalização das águas internacionais, acções para a manutenção da paz, etc.). O Ocidente desenvolveu estratégias para manter o domínio, combater os conflitos internacionais, sustentar os seus aliados, etc. Assim, os Restantes, aparentemente, esperaram pela sua vez, construindo defesas, adaptando as regras das economias ocidentais e prepararam-se para emergir.


Cenário 2 – China fraqueja


Em 2010, os EUA eram ainda a economia mais inovadora e a mais dinâmica a nível tecnológico. Muitos analistas consideram que a China está a emprestar o seu dinheiro, mas conseguirá fazê-lo durante quanto tempo? Este país está assim há cerca de 30 anos, mas será possível manter? Os analistas consideram que a superioridade não está assegurada. Alguns rejeitam a tese do declínio americano, porque não basta ser rico, é preciso ter democracia e liberdade. Apesar da Ásia produzir cerca de 30% da economia mundial, devido à vasta população, o seu PIB per capita não atinge os 6.000 dólares, enquanto o PIB per capita dos EUA é quase 55.000 dólares. Serão precisos 77 anos para o asiático médio alcançar o rendimento do norte-americano, o chinês precisará de 47 anos e o indiano 123 anos. De facto, a China colocou a sua indústria a “imitar” a do Ocidente (por ex: sector automóvel, produtos de consumo do tipo ocidental, etc. etc.), e conseguiu ultrapassar o Japão, em 2010, ao tornar-se a 2ª economia mundial. A menos que surgem barreiras imprevistas (por ex: quais serão os efeitos Trump?), a China pode vir a ganhar.


Cenário 3 – Os EUA ripostam (e a Europa também, à sua medida)


Basicamente, os EUA irão provavelmente “arrumar” a economia interna e assumir que os Restantes irão passar a jogar dentro das regras normais. Mas será difícil manter os Restantes a jogar dentro das regras, devido à possibilidade da desvalorização global competitiva, que constitui um aviso de que o cumprimento das políticas económicas (ex: manipulação da moeda) fogem ao controlo dos legisladores dos EUA. Por seu lado, também o elevado desemprego norte-americano (cerca de 45%) e contando com a grande diferença entre a remuneração da mão de obra em domínios em que os EUA têm vantagem comparativa global (como a tecnologia e I&D) e a remuneração inferior da maioria da população sem competências. Além disso, esta diferença irá aumentar. Existe ainda a dificuldade dos legisladores enfrentarem facções e grupos de interesse diferentes que exercem forças em direcções opostas. São apresentadas pelo menos cinco facções que olham para a China de formas diferentes: (a) Os democratas trabalhistas olham para a China de modo negativo, porque consideram que esse país está a roubar postos de trabalho; (b) Os democratas tecnológicos de Silicon Valey, com elevada formação, estão muito interessados na China, na sua cultura, e consideram um desafio interessante; (c) Os republicanos religiosos consideram a China obscura e acham que viola os direitos humanos; (d) Os republicanos que se encontram do género “à defesa”, olham para a China como a nova União Soviética, e acham que devem estar preparados para lutar contra ela; (e) Os republicanos dos grandes negócios consideram a China uma óptima oportunidade por permitir baixar os custos de produção, tendo ao seu alcance um mercado vasto e não querem perder nenhuma oportunidade. Em suma, conforme o assunto a abordar, estas facções alinham ou divergem. Por isso, os EUA vacilam na sua relação com a China, o que não é benéfico para os EUA, tendo de se referir que ainda não há possibilidade de ver todas as repercussões neste domínio, com a entrada em funções do novo Presidente.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Planear e Definir Objectivos de Internacionalização

Nem todas as PMEs sabem utilizar as ferramentas que o Marketing Digital oferece. Por isso começo o "post" de hoje fazendo um link para um excelente artigo que apresenta 2 Dicas para Planear e Definir Objectivos de Internacionalização.

As duas dicas são: 1) Definir objectivos de marketing inbound internacional; 2) Ter em conta factores comerciais e orçamentais. As dicas são simples, mas o desenvolvimento sugerido para cada uma poderá ser uma grande ajuda para a PME que pretende ir para o estrangeiro. Na primeira dica, a principal sugestão é conhecer o estado actual do negócio, seguida da definição dos modernos objectivos SMART (mensuráveis, atingíveis e realistas).

Recordo que no século XXI, a Internet veio mudar as coisas: uma delas foi a possibilidade de as empresas exportadoras mostrarem os seus produtos (e marcas) na Web e utilizam a venda online. O primeiro passo é ter na Web um site da marca bem desenhado, apelativo e com uma mensagem e design bem atraentes. Dessa exposição surgem naturalmente diferentes oportunidades de negócio e há que aproveitá-las, uma vez que são bem menos dispendiosos do que os contactos convencionais. Mas isto (o tal primeiro passo) não basta, é necessário prosseguir nos novos avanços que se têm feito no domínio do marketing. Por isso saiba o que é o Inbound Marketing e comece a utilizá-lo na sua PME exportadora. Contacte sobre este tema a Nível Horizontal. Conheça os cinco segredos para chegar a clientes internacionais.

domingo, 29 de janeiro de 2017

As PMEs e as Startups têm de ser como os Surfistas

Há muitos anos (mesmo antes da era digital) que os consumidores, para certas categorias de produtos, fazem pesquisa atenta e consultam vários fabricantes, ficando a conhecer as características dos produtos tão bem ou melhor do que um vulgar vendedor. Não se torna necessário indicar as categorias de produtos onde isto acontece, porque cada um de nós, como compradores, sabe quais são (e são cada vez mais as categorias onde se faz pesquisa). Também há já muitos anos que a necessidade de demonstração ou afirmação de estatuto (muito ligada até certo ponto ao chamado novo-riquismo) tornou-se menos importante do que o desejo de usufruir de bem-estar. Até já existe uma medida para isto (ROH - return on hapiness). Contudo, acontece que a importância da qualidade dos produtos e da relação preço/qualidade mantém-se com o mesmo ou maior significado que tinha no passado. Mantém-se também o significado do efeito da imagem de marca e constata-se que continuam a surgir novas marcas, com as muito grandes sempre a conseguir dominar. De facto, a partir de um nome com muita notoriedade criam-se (ou lançam-se no mercado) produtos e acessórios que são comercializados sob a égide dessa marca. Assim, conheça a seguir 12 Motivos para Internacionalizar uma PME com Marketing Digital. 


Mas a internacionalização (e a exportação) tornou-se mais complexa, porque as economias de alguns mercados europeus não se expandem, não podendo a Alemanha continuar a ser o único bom importador, enquanto Espanha, o nosso principal parceiro comercial, enfrenta problemas, e o Reino Unido tem o Brexit em curso e a médio prazo irão surgir alterações. Surge por isso a necessidade de experimentar o Marketing Digital, que já está a demonstrar que existem Os 4+1 Ps da Internacionalização

Também se podem planear e definir objectivos de internacionalização com o Marketing Digital, podendo o senhor empresário de PME fazer a experiência, consultando as "Duas Dicas" que lhe oferece a consultora Nível Horizontal. 

Finalmente, se já conhece o Inbound Marketing, uma técnica moderna de Marketing Digital, conheça as especificidades do Inbound Marketing Internacional, que poderá ajudar a PME encontrar e fidelizar novos clientes no exterior.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Do cliente passivo ao cliente activo na Exportação

Nos últimos anos tem-se desenvolvido imenso o Inbound Marketing, o Marketing de Conteúdo, o Marketing Digital, etc., com reflexos positivos na actividade de exportação e na internacionalização das PMEs. As empresas tradicionais, no sentido de ainda não utilizarem completamente as novas tecnologias, elas empurram de certo modo as mensagens e os produtos para os clientes (fazem o outbound marketing), mas com a Internet e todas as ferramentas de marketing que surgiram, incluindo as pesquisas e os motores de busca, as empresas são obrigadas a buscar os clientes mais cedo, a atraí-los para os seus negócios (isto é, têm-se que fazer o inbound marketing).

Uma empresa que faz o inbound marketing não trata os clientes como alvos passivos, mas como  participantes activos, puxa os clientes para a sua órbita gravitacional. Se não fizer isto, está a trabalhar só no curto prazo, porque o mercado está a mudar muito e rapidamente. Trabalhando apenas no curto prazo, a longo prazo tudo pode correr mal. Assim, como olhar o marketing Automation? Há vários aspectos que devem merecer a atenção das PMEs: (a) Ver qual a sua abordagem estratégica; (b) Analisar o caminho do comprador; (c) Ver quais são as fases da compra.

A maneira ideal de se preparar para exportar e crescer no mercado internacional em 2017, seria aprender o Marketing Digital, através de um curso interessante cujas inscrições têm 20% de desconto até 14 de Fevereiro: clique aqui para conhecer o curso. Os locais de realização são sobretudo no norte, destacando-se Aveiro, Coimbra, Leça da Palmeira, Marco de Canavezes, Porto, Vila do Conde e Viseu. Ao consultar o link do curso, ficará a saber a quem se destina, e são certamente os profissionais e empresários que lutam por alinhar as vendas com o marketing e que têm consciência que a forma de encarar o marketing internacional está a mudar, e não podem ficar sentados à espera que as coisas se resolvam de qualquer maneira, mas que pensam que têm de actuar para que elas se resolvam de modo eficaz. O curso dá uma visão sobre como construir uma plataforma de crescimento sustentado, alinhada com o consumidor da era digital. Um dos formadores é Fernando Coimbra Lopes da consultora Nível Horizontal, os outros são habituais colaboradores da mesma consultora, como José Carlos Pereira e Pedro Silva.